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8 livros de comédia
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Noite de Reis

refere-se à décima segunda noite depois do Natal; é a noite de 6 de janeiro, Dia de Reis. Na tradição britânica, o Dia de Reis encerra o ciclo de festejos natalinos, e o costume diz que patrões presenteiam empregados, você presenteia o carteiro que lhe traz a correspondência, etc. E divertir-se era a ordem do dia em tempos elisabetanos. Nesta peça, um grupo arma uma cilada para fazer de bobo Malvólio, personagem que não sabe se divertir e muito menos aceitar a diversão dos outros. Uma segunda personagem que não está imbuída do espírito de diversão naquele Dia de Reis é Olívia, que guarda luto severo pela perda de seu irmão – até que isso perde sua importância quando ela conhece Cesário e por ele se apaixona. Aqui entra a genialidade shakespeariana, lidando de modo magistral com questões de amores não correspondidos, afetos impossíveis, identidades falseadas, e levando a trama cômica a um final feliz de acertamentos amorosos. Os amores acontecem e desacontecem, o ser amado a um tempo pode ser um e a outro tempo pode ser outro. Não deixa de ser uma visão cética sobre o amor, que em Noite de Reis revela-se altamente circunstancial – e na maioria das vezes romanticamente cômico, ou comicamente apaixonado.

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Comédias para Se Ler na Escola

A dobradinha não podia ser melhor. De um lado, as histórias de um mestre do humor. Do outro, o olhar perspicaz de uma das mais talentosas escritoras do país, especialista em literatura para jovens. Ana Maria Machado, leitora de carteirinha de Luis Fernando Verissimo, preparou uma seleção de crônicas capaz de despertar nos estudantes o prazer e a paixão pela leitura. O resultado pode ser conferido em Comédias para se ler na escola, uma rara e feliz combinação de talentos, indispensável para a sala de aula. A seleção de textos permite ao leitor mergulhar no universo das histórias e personagens de Verissimo e conhecer os múltiplos recursos deste artesão das letras. A habilidade para os exercícios de linguagem ou de estilo pode ser vista em crônicas como "Palavreado", "Jargão", "O ator" e "Siglas". A competência para desenvolver as comédias de erro está presente em "O Homem Trocado", "Suflê de Chuchu" e "Sozinhos". A mestria para criar pequenas fábulas, com moral não explícita, aparece em "A Novata", "Hábito Nacional" e "Pode Acontecer". A aptidão para resgatar memórias é a marca de "Adolescência", "A Bola" e "História Estranha". E, por fim, o dom para abordagens originais de temas recorrentes revela-se em "Da Timidez", "Fobias" e "ABC".

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Auto da Compadecida

Auto da Compadecida  representa o equilíbrio perfeito entre a tradição popular e a elaboração literária ao recriar para o teatro episódios registrados na tradição popular do cordel. É uma peça teatral em forma de Auto em 3 atos, escrita em 1955 pelo autor paraibano Ariano Suassuna.Sendo um drama do Nordeste brasileiro, mescla elementos como a tradição da literatura de cordel, a comédia, traços do barroco católico brasileiro e, ainda, cultura popular e tradições religiosas.  Apresenta na escrita traços de linguagem oral [demonstrando, na fala do personagem, sua classe social] e apresenta também regionalismos relativos ao Nordeste. Esta peça projetou Suassuna em todo o país e foi considerada, em 1962, por Sábato Magaldi "o texto mais popular do moderno teatro brasileiro".

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Cadê você, Bernadette?

Bernadette Fox é notável. Aos olhos de seu marido, guru tecnológico da Microsoft e rock star do mundo nerd, ela se torna mais maníaca a cada dia; para as demais mães da Galer Street, escola liberal frequentada pela elite de Seattle, ela só causa desgosto; os especialistas em design ainda a consideram uma gênia da arquitetura sustentável, e Bee, sua filha de quinze anos, acha que tem a melhor mãe do mundo. Até que Bernadette desaparece do mapa. Tudo começa quando Bee mostra seu boletim (impecável) e reivindica a prometida recompensa: uma viagem de família à Antártida. Mas Bernadette tem tal ojeriza a Seattle - e às pessoas em geral - que evita ao máximo sair de casa, e contratou uma assistente virtual na Índia para realizar suas tarefas mais básicas. Uma viagem ao extremo sul do planeta é uma perspectiva um tanto problemática. Para encontrar sua mãe, Bee compila e-mails, documentos oficiais e correspondências secretas, buscando entender quem é essa mulher que ela acreditava conhecer tão bem e o motivo de seu desaparecimento. 

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As Viagens de Gulliver

Quem lê pela primeira vez a versão original de Viagens de Gulliver, tendo como pano de fundo uma vaga lembrança de adaptações infantis, espanta-se ao constatar que tem nas mãos um dos textos mais amargos do cânone ocidental. Como observa George Orwell no prefácio incluído nesta edição, o livro de Jonathan Swift, apesar de todo o seu ressentimento e misantropia, é uma obra deliciosa, que permite vários níveis de leitura. É primeiro um livro de viagens - ou melhor, uma sátira aos livros de viagens, tal como Dom Quixote é, entre outras coisas, uma sátira aos romances de cavalaria; para as crianças, é uma história de aventuras, cheia das criaturas fantásticas e do humor escatológico de que tanto gostam; e é um dos marcos iniciais da ficção científica. Entretanto, o que mais fascina o leitor maduro nessa obra publicada pela primeira vez em 1726 é o olhar implacável que seu autor volta sobre o homem, suas instituições, seu apego irracional ao poder e ao ouro, e sua insistência em prolongar a vida mesmo quando esta só proporciona sofrimento.

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Será que isso presta?

Jerry Seinfeld revisita suas quase cinco décadas na comédia stand-up e oferece em livro uma seleção com os melhores textos de sua carreira. Quando criam algum material novo, todos os comediantes perguntam a mesma coisa entre si antes de mostrá-lo ao público: “Será que isso presta?”. Jerry Seinfeld vem fazendo essa pergunta desde os 21 anos, quando chegou pela primeira vez ao Catch a Rising Star, templo da comédia stand-up de Nova York, durante uma noite de testes em 1975. Desde então, Seinfeld se tornou não apenas uma referência mundial no stand-up, mas o criador do seriado que leva o seu nome, considerado por muitos a melhor comédia já feita para a televisão. A vida o conduziu também para outros projetos, e hoje ele comanda um divertido programa de entrevistas com outros comediantes famosos.

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Disque T para titias

Com personagens cativantes e muitas reviravoltas, Disque T para titias vai fazer o leitor rir e se apaixonar pela família mais intrometida dos últimos tempos. Quando Meddelin Chan acaba matando acidentalmente o cara com quem teve um encontro às cegas, sua mãe intrometida chama as irmãs ― três tias mais intrometidas ainda ― para se livrarem do corpo. Mas desovar um cadáver é mais difícil do que parece, sobretudo quando ele é colocado em um cooler para bolos e acaba parando sem querer num resort de luxo na Califórnia, onde está acontecendo o casamento bilionário em que Meddy, a mãe e as tias estão trabalhando. Esse casamento foi o maior contrato que a pequena empresa da família Chan conseguiu desde que começaram a trabalhar juntas. E agora nada, nem mesmo um defunto inconveniente, vai impedi-las de realizar a festa perfeita. Porém, como se não bastasse a confusão em que as cinco se meteram, as coisas pioram muito quando o grande amor dos tempos de faculdade de Meddy aparece de surpresa em meio ao caos em que o casamento está prestes a se transformar.

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Como ser mulher

Autor  Caitlin Moran. Nunca houve época melhor para ser mulher. Elas podem votar, têm a pílula, estão no topo das paradas musicais, são eleitas presidentes e primeiras-ministras e não são acusadas de bruxaria e queimadas desde 1727. Entretanto, algumas perguntinhas incômodas persistem: Os homens no fundo as odeiam? Como elas devem chamar os próprios peitos? Por que as calcinhas estão ficando cada vez menores? E por que as pessoas insistem em perguntar quando elas vão ter filhos? Em Como ser mulher, Caitlin Moran responde a essas e muitas outras perguntas que mulheres modernas no mundo todo estão se fazendo.

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